quinta-feira, 12 de novembro de 2009

ORAÇÃO PARA PERDOAR

Por mais que oremos e mentalizemos, há casos em que a coisa almejada não se realiza. É porque existe um obstáculo escondido.
É porque não se perdoou alguém.

Quando sentimos ódio ou guardamos mágoa de alguém, esse sentimento penetra no nosso subconsciente e não se apaga facilmente, mesmo que o consciente já o tenha esquecido.
Enquanto continuar existindo esse ódio oculto, toda oração será inútil, por mais fortemente que oremos.

Portanto, antes de orarmos para realizar algo, devemos fazer a oração para perdoar o próximo. Somente quem perdoa será perdoado.

Para isso, podemos fazer a seguinte oração:

Eu o(a) perdoei e você me perdoou,
eu e você somos um só perante Deus.
Eu o(a) amo e você me ama também;
eu e você somos um só perante Deus.
Eu lhe agradeço e você me agradece.
Obrigado, obrigado, obrigado.
Não existe mais nenhum ressentimento entre nós.
Oro sinceramente pela sua felicidade.
Seja cada vez mais feliz.

Deus o(a) perdoa, portanto eu também o(a) perdôo.

Já perdoei a todas as pessoas
e acolho a todas elas com o Amor de Deus.
Da mesma forma, Deus me perdoa os erros
e me acolhe com o Seu imenso amor.

Um pai não desiste...

Havia um homem muito rico, possuía muitos bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados a seu serviço. Tinha ele um único filho, um único herdeiro, que, ao contrário do pai, não gostava de trabalho nem de compromissos.


O que ele mais gostava era de festas, estar com seus amigos e de ser bajulado por eles.
Seu pai o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhe oferecer, depois o abandonariam.
Os insistentes conselhos do pai retiniam os ouvidos e logo se ausentava sem dar o mínimo de atenção.


Um dia o velho pai, já avançado na idade, disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro e dentro dele uma forca, e junto a ela uma placa com os dizeres:
“Para você nunca mais desprezar as palavras de seu pai".


Mais tarde chamou o filho, o levou até o celeiro e disse:
“Meu filho quando eu partir, você tomará conta de tudo o que é meu, e sei qual será o seu futuro".


“Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo dinheiro com seus amigos, irá vender os animais e os bens para se sustentar, e quando não tiver mais dinheiro, seus amigos iram se afastar de você. E quando você não tiver mais nada, vai se arrepender amargamente de não ter me dado ouvidos".


“É por isso que eu construí essa forca, sim, ela é para você, e eu quero que me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela.”


O jovem riu, achou absurdo, mas, para não contrariar o pai, prometeu e pensou que jamais isso pudesse ocorrer.


O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo, mas assim como se havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens, perdeu os amigos e a própria dignidade.

Desesperado e aflito, começou a refletir sobre sua vida e viu que havia sido um tolo, lembrou-se do seu pai e começou a chorar e dizer:
“Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido os teus conselhos, mas agora é tarde, é tarde, é tarde demais".


Pesaroso, o jovem levantou os olhos e avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava.


A passos lentos se dirigiu até lá e, entrando, viu a forca e a placa empoeirada e disse:
“Eu nunca segui os conselhos do meu pai, não pude alegrá-lo quando estava vivo, mas pelo menos, desta vez vou fazer a vontade dele, vou cumprir minha promessa, não me resta mais nada".


Então subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço, e disse:
- "Ah se eu tivesse uma nova chance..." –


Então pulou, sentiu a corda por um instante apertar sua garganta, mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente, o rapaz caiu no chão, e sobre ele caíram jóias, esmeraldas, pérolas, diamantes; a forca estava cheia de pedras preciosas, e um bilhete que dizia:
“Essa é sua nova chance, eu te amo muito".


ass: Seu pai.

Não espere...

Não espere um sorriso para ser gentil...


Não espere ser amado para amar...


Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de um amigo...


Não espere ter muito para compartilhar um pouco...


Não espere a queda para se lembrar do conselho...


Não espere a dor para acreditar na oração...


Não espere ter tempo para servir...


Não espere a mágoa do outro para pedir perdão...


Nem espere a separação para se reconciliar...


Não espere... Porque você não sabe quanto tempo tem.